Um tom contínuo em cada canal, para achar a ressonância do arco, conferir a faixa útil do driver e casar o par de flybacks. Arraste o slider e a frequência acompanha sem degrau.
Sobe e desce entre dois limites, para ouvir em que faixa o arco rende mais.
Acerta o canal direito a partir do esquerdo. Batimento de 1 Hz é o jeito clássico de ouvir se os dois arcos estão casados.
O endereço guarda os dois canais, a forma de onda e o volume. Abrir o link devolve o mesmo ajuste.
Onda quadrada é o timbre real do arco. O comparador do driver quadrateia o sinal de qualquer jeito, então senoide e triangular servem para medir e comparar, não para prever como vai soar. Para ouvir o que o flyback vai fazer, deixe em quadrada.
Placa V3.6: use "ESP32 pela serial". A nota entra por um 6N136, uma entrada lógica que a saída de áudio não aciona. Pelo ESP o tom vai para uma saída por vez, a escolhida, e é sempre quadrado, e o volume vira a fração de cada período em que o arco fica aberto: 100% dá 50%, o máximo do arco (o volume segue sen(π·fração)). Com a página parada ou fechada, o ESP apaga o arco sozinho em 2 s.
Cada canal vai para um flyback. A separação é dura, por ChannelMergerNode: o lado desligado sai com amostra zero, sem vazamento de um driver para o outro.
Acima de uns 5 kHz o arco perde corpo e vira sopro. Uma varredura de 50 Hz a 2 kHz costuma cobrir a região onde o par rende mais.